sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

nota

preciso aprender a ser imparcial

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

sinceramente

Que bom que você compartilha desse mesmo ódio que eu, acho que você não pensou que essa seria a palavra mais adequada, mas por que não? Estranho é eu me incomodar com isso, me sentir feliz por alguém me acompanhar nessa revolta que não levará à lugar algum, que só vai fazer doer mais a cada dia, porque algumas coisas não podem simplesmente ser deixadas para tras, e olha que eu tentei e tento todos os dias quando simplesmente digo que não me importo. Não sei a que fato especifico você está se referindo hoje, mas seja qual for, deve justificar essa exposição toda. E eu espero sinceramente não ter nada a ver com isso, porque seria uma lástima (para mim) que alguém que eu gosto tanto pense essas coisas de mim, porque na verdade eu não sei onde eu errei, talvez eu tenha dito o que você não queria e nem precisava saber, acho que talvez, como sempre, eu tenha decepcionado com esses meus tropeços. Pouco me importa o que qualquer uma dessas outras pessoas hipócritas e mesquinhas pensem, e já dói saber que de alguma maneira eu estou sofrendo com essa frieza. Também espero que essa barreira que você ergueu para tentar se proteger de tantas coisas não te afete mais.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

olivetti

Sismei que queria ganhar uma máquina de escrever e enchi o saco de quem tinha que encher, e hoje, por telefone, os detalhes foram negociados:
"- 80 reais, com fita e a bolsa para transporte com o zíper quebrado, mas dá para fazer uma gambiarra, precisa ser montada. Entrega na quinta."
Ótimo, consegui o que eu quis, pensei que ia ser legal poder escrever sem direito de errar, porque passar aquela gosma branca é muito chato para quem é tão impaciente, desse jeito finalmente vou escrever o que quero, sem ensaios. Aliás, pensei em estrear minha nova aquisição dessa maneira, escrevendo sobre a emoção de escrever sem ter um "backspace", talvez para viver a nostalgia de um tempo em que não vivi, um tempo sem computadores, ou talvez tenha até sido pelo romantismo que esse objeto traz. Ou para ouvir o "tec tec tec" que será incessante enquanto eu não estiver satisfeita. Talvez seja hora de fazer o caminho inverso e ir do blog para o papel, como as pessoas faziam. E eu lembro que eu gostava de ouvir os "tec tec tec" quando meu pai escrevia na máquina dele, que "fulando de tal, aquele filho da puta, passou a perna e lhe roubou".

e enquanto eu não me cansar, haverá "tec tec tec"

under pressure

It's the terror of knowing
What this world is about
Watching some good friends
Screaming 'Let me out'
Pray tomorrow - gets me higher high high
Pressure on people - people on streets
Turned away from it all like a blind man
Sat on a fence but it don't work
Keep coming up with love
but it's so slashed and torn

Why - why - why ?
Love love love love love

Insanity laughs under pressure we're cracking
Can't we give ourselves one more chance
Why can't we give love that one more chance?
Why can't we give love...?
give love give love give love give love give love give love give love give love...
'Cause love's such an old fashioned word
And love dares you to care for
The people on the edge of the night
And loves dares you to change our way of
Caring about ourselves
This is our last dance
This is our last dance
This is ourselves
Under pressure
Under pressure
Pressure

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Eu fico imaginando como deve ser a realidade de alguém que vive uma realidade diferente para tentar agradar pessoas que não querem isso nem de longe. Imagino como deve ser não conhecer muito o que é afeto. E tento mesmo de verdade conceber como se viver sem a convivência se você não é misantropa por natureza, como o Lobo da Estepe. Realmente deve ser muito ruim, e por isso que é melhor viver em um mundo que não existe, e não no sentido dreamer da palavra(sem entrar, de novo, na discussão do que é real ou não).

domingo, 2 de janeiro de 2011

2011

Para mim 2010 terminou com um cigarro, o mesmo que começou 2011, talvez eu nunca tivesse imaginado que seria assim, mas naquela hora estava tudo meio sem sentido, os poucos fogos de artifício coloridos estavam tão longe, assim como o pensamento e a vibração positiva que eu deveria estar sentindo. Eu só via uma legião de gente bêbada vestida de branco e as pessoas que foram comigo me pareciam tão alheias quanto aquela multidão alucinada. Começo 2011 percebendo que a estabilidade é a coisa mais frágil e difícil de se conseguir, e por mais que pareça mania de perseguição, me sinto constantemente criticada por ser "isso aqui" e por tudo que faço ou deixo de fazer. Quando minha mãe diz determinadas coisas, eu sinto um ódio que vem do meu dedo do pé e me sobe a cabeça, e eu sei que é preciso conviver com as diferenças e blá blá blá, mas aparentemente não sou eu que, nesse caso, preciso aprender a respeitar as pessoas pelo que elas realmente são. Eu paro aqui, deixando essa postagem incompleta porque já me esgotei tanto em só nesses dois dias desse ano que parece ser tão cheio de confusão como o que passou.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

amanhã eu faço alguma consideração, mesmo que banal, sobre qualquer coisa de 2010 ou 2011.